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Direito bancário

Orientação jurídica em contratos bancários e financiamentos

O Direito Bancário trata da relação entre clientes e instituições financeiras: bancos, financeiras, consórcios e correspondentes. Contratos longos, tarifas pouco explicadas e negativações indevidas são conflitos frequentes e exigem leitura técnica das cláusulas.

A MP Advocacia analisa contratos de empréstimo, financiamento de veículos e imóveis, cartão de crédito, cheque especial, consórcio e alienação fiduciária. O objetivo é identificar ilegalidades, onerosidade excessiva, venda casada, seguro prestamista imposto e anotações indevidas em órgãos de proteção ao crédito.

Muitos clientes procuram o escritório depois de uma cobrança que não reconhecem, da busca e apreensão do bem ou da dificuldade para quitar ou portar o contrato. Nesses cenários, organizamos a documentação, calculamos o que foi pago e avaliamos medidas de revisão, consignação, exibição de documentos ou indenização.

Atuamos tanto na prevenção (análise do contrato antes de assinar ou renegociar) quanto no contencioso, sempre com transparência sobre o que a jurisprudência atual tende a acolher.

Exemplos de causas em direito bancário

  • Revisão de cláusulas, tarifas e encargos em empréstimos e financiamentos.
  • Consórcios: desistência, devolução de valores e irregularidades na administradora.
  • Alienação fiduciária, busca e apreensão e discussão sobre o saldo devedor.
  • Inclusão ou manutenção indevida em cadastros de inadimplentes.
  • Venda casada de seguros, títulos de capitalização e serviços acessórios.

Como conduzimos o seu caso

  1. Reunimos o contrato, extratos, boletos e comprovantes de pagamento.
  2. Identificamos tarifas, seguros e encargos que não foram claramente contratados.
  3. Avaliamos revisão, repetição de valores, indenização ou defesa em cobrança.
  4. Orientamos sobre acordo, consignação ou contestação judicial, conforme o caso.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Direito bancário

Sim, em hipóteses de cláusulas abusivas, onerosidade excessiva, falta de informação adequada ou cobrança de encargos ilegais. A assinatura não impede o controle judicial das cláusulas, especialmente em contratos de adesão.

A inscrição irregular em cadastros de proteção ao crédito pode gerar pedido de exclusão do apontamento e, em muitos casos, indenização por dano moral, além da correção dos registros. É importante guardar comprovantes de quitação, protocolos e prints.

Em regra, o consorciado desistente tem direito à restituição das parcelas pagas, com os descontos previstos em lei e no contrato, em prazo que deve ser analisado caso a caso. Administradoras que retêm valores de forma irregular podem ser questionadas.

Na alienação fiduciária, a inadimplência pode levar à busca e apreensão, mas o credor precisa observar requisitos legais, notificação e a correta apuração do saldo. A defesa técnica avalia prazos, valores e eventuais abusos na cobrança.

Depende da taxa praticada, da transparência do contrato e das provas. Nem todo juro elevado é automaticamente ilegal. Por isso a pré-análise é importante: evitamos ações genéricas e concentramos o pedido no que realmente tem fundamento.

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